Quinta-feira, 22 de Novembro de 2007

ITÁLIA o país dos grandes feitos

Herança dos Romanos, a Itália tornou-se fértil na imaginação de grandes feitos e epopeias.

Os Romanos, influenciados pela cultura grega, não fizeram mais  que "copiar em grande" as ideias, as políticas, as artes do seu vizinho grego.

A partir daí glorificam-se fazendo tudo maior que na Grécia: estátuas e monumentos gigantes; uma república imperial; um exército invencível; a expanção dessa cultura formando um grande império, transmitindo ao mundo ocidental os seus usos e costumes mas transmitindo uma cultura de origem grega.

Com a queda do Império mantém-se no orgulho italiano a grandeza do seu povo.  Tentam manter e não perder a sua influência no seio da Europa, quer com a presença do representante máximo da Igreja Cristã, influente e dominadora dos reinos da Europa, quer elevando a heróis alguns dos aventureiros que fizeram nome, como os de Marco Polo e  de Cristóvão Colombo.

Marco Polo, um veneziano, cujo nome é referência do mundo das viagens e "descobertas" de outros povos e de novas civilizações no Oriente. Afinal ele não fez mais que seguir as rotas comerciais, há muito percorridas por outros aventureiros, nómadas e comerciantes de muitas nacionalidades, que traziam notícias do Oriente, Mongólia, China, dos palácios em mármore e das sua  vidas na corte, das suas vestes, da utilização do papel moeda, da influência dos astrólogos tibetanos e do budismo.. etc. Nada podia pois, ser estranho a Marco Polo. Ele apenas nas suas viagens tenta constatar essa realidade descrevendo como sua descoberta. Mas, o mais grave da questão, é que se ponha hoje em causa a estadia de 17 anos de Marco Polo na sede do império por não haverem registos nem memórias nas cortes chinesas.

Resta apenas um famoso livro da aventura do italiano de Veneza, que na sua viagem pelo oriente descobre civilizações abrindo a porta do Oriente à Europa do Século XIII.

Cristóvão Colombo, também hoje é posta em causa o "italiano de Génova".

Sem que tenham feito algo durante a era dos descobrimentos marítimos, a Itália valeu-se de um nome, Cristóvão Colombo, cuja naturalidade e nacionalidade ele manteve propositadamente oculto.  Valeram-se de um nome de origem latina que tal como era escrito na época, tanto poderia corresponder a Italiano, Espanhol ou Português, esqueceram-se contude que ele usava o til no o,  apenas usado na lingua portuguesa.

A Itália criou uma aurea mitológica e de bravura sobre o "seu" Colombo, de Génova, levando-o a ser aceite na História Universal como o pioneiro (?), o maior, o mais conhecido e falado Navegador da Era dos Descobrimentos.

Ora Cristóvão Colombo faz a sua viagem pelo Oceano Atlântico, 60 anos depois dos primeiros navegadores se terem aventurado pelo oceano estudando a dimensão, os ventos, as marés e as rotas. Como considerar Colombo o pioneiro?...

Hoje está a ser posta em causa as provas italianas sobre Colombo, "genovês", quer porque não foram encontrados registos do seu nascimento, nem provas concludentes de ele ter alguma vez vivido em Itália. Ele nunca falou nem escreveu na lingua italiana e  a sua assinatura, nos seus documentos e nas bulas papais, não corresponderem à origem italiana, especialmente porque ele acentuava a letra o com um til.

Relativamente à sua origem humilde e plebeia, de uma família de pastores e curtidores de lãs, de que os Italianos fazem referência, é de todo descabida porque com os conhecimentos linguísticos que possuía Latim e Grego, os seus conhecimentos matemáticos, nauticos etc., só poderiam ter ser adquiridos desde muito novo no seio de uma  família abastada ou da nobreza, como  acontecia na sua época (séculos XIV/XV).

Os seus casamentos, quer  com a fidalga portuguesa, D. Filipa Perestrello, filha do donatário de Porto Santo e depois de viuvo  com a fidalga da nobreza espanhola, D. Beatriz, que influenciou a Rainha de Castela,  patrocina-lhe as viagens,  demonstram que ele não podia fazer parte de uma qualquer família humilde, plebeia. (na época não era permitido tais casamentos)

A única ligação, que se tem conhecimento, de Colombo com a Itália foi a correspondência que manteve em Latim com um amigo italiano, nunca fazendo qualquer referência à sua terra natal nem familiar.

O mundo ocidental deve muito à Itália  pela expansão da cultura grego-romana que influenciou e civilizou o ocidente. Não deve contudo aceitar mitos que fazem deturpar os verdadeiros acontecimentos da História. 

 

Artur Moura,

um admirador da Itália, dos seus feitos, da sua grandeza, das suas paisagens e monumentos e das suas gentes alegres e hospitaleiras

22/11/2007

 

 

 


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 10:26
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

Portugal e Galiza, um mesmo povo com uma lingua comum

 

Portugal e Galiza, um mesmo povo com uma língua comum

O idioma galaico-português foi língua falada durante a idade média nas regiões de Portugal e da Galiza, de que o português e o galego modernos descendem. 

O galaico-português, comum à Galiza e a Portugal, teve 700 anos de existência oficial e plena.

A língua considera-se formada no século XII, principalmente como desenvolvimento do latim vulgar falado pelos conquistadores romanos a partir do século II d.C.

Os galegos da Galiza e os galegos do norte de Portugal faziam parte da província romana da Galécia ou Gallæcia

Com a invasão da Península Ibérica pelos Suevos e Visigodos,  Galiza e Portugal continuaram a formar uma única unidade política no reino Suevo da Galécia antes de ser dividido pelos visigodos nos condados de Gallizia e Portugallia.

Com o dominio Castelhano sobre a Galiza e a especialmente após a opressão Castelhana  sobre os Galegos nos fins do séc. XIV e princípios do séc. XV,  levou quase    ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso do galaico-português até finais do séc. XIX. 

Por seu lado, durante o mesmo período o galaico-português, em Portugal, gozou de protecção e desenvolvimento livre, passando a denominar-se de apenas língua portuguesa, graças ao facto de Portugal ter sido o único território peninsular que ficou fora do domínio linguístico do castelhano.

Em pleno século XX é o ditador-fascista, Franco, que reprime os Galegos obrigando-os a  ensinarem nas escolas e falarem em actos oficiais apenas o castelhano (espanhol)

Apesar de toda as opressões e tentativas de assimilação dos galegos à Espanha,  a forma oral do idioma na Galiza continua a ser muito semelhante aos dialectos portugueses falados no norte de Portugal e só apenas uma parte da ortografia tenha passado a ser grafado à maneira espanhola.

Se o orgulho Galego se generalizar e mantiverem viva a sua língua materna galaico-portuguesa adaptando-a a morfologia moderna com os acordos ortográficos dos Países Lusófonos, brevemente poderão fazer parte da comunidade dos mais de 250 milhões de falantes da língua original (galaico-portuguesa).

 

 

 

 

 

Se fizermos comparações do Português padrão com "dialectos do português" nos Arquipélagos dos Açores e Madeira e em  países de expressão portuguesa ainda encontraríamos maiores diferenças  que com o galaico-português. Vejamos por exemplo o Pai Nosso, para compararmos as poucas diferenças entre o galaico-português e e o português padrão:

 

  • Português Padrão:

Pai-nosso que estais no Céu, santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

 

  • Galego reintegrado (poucas diferenças)

Nosso Pai que estás no Céu: santificado seja o Teu nome, venha a nós o Teu reino e seja feita a Tua vontade aqui na terra como nos Céus. O nosso pam de cada dia dá-no-lo hoje; e perdoa-nos as nossas ofensas como também perdoamos nós a quem nos tem ofendido; e nom nos deixes cair na tentaçom, mas livra-nos do mal.

 

  • Galego oficial com influencia castelhana 

Noso Pai que estás no ceo: santificado sexa o teu nome, veña a nós o teu reino e fágase a túa vontade aquí na terra coma no ceo. O noso pan de cada día dánolo hoxe; e perdóanos as nosas ofensas como tamén perdoamos nós a quen nos ten ofendido; e non nos deixes caer na tentación, mais líbranos do mal.

 

  • Agora verifique as grandes diferenças para o Castelhano (espanhol) 

Padre nuestro que estás en los cielos, santificado sea tu Nombre, venga a nosotros tu reino y hágase tu voluntad en la tierra como en el cielo. Danos hoy nuestro pan de cada día y perdona nuestras ofensas como también nosotros perdonamos a los que nos ofenden; no nos dejes caer en tentación, y líbranos del mal.

 Elaborado com consulta e alguns extratos da Wikipédia

Artur Moura


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 00:06
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Domingo, 11 de Novembro de 2007

ODISSEIA de COLOMBO

A História contada sobre Colombo não passa de uma Odisseia mitológica
Assim como a Odisseia mitológica de Ulisses foi um sucesso literário ao longo dos tempos, apesar das pessoas saberem que aquelas aventuras são ilusórias,
também a odisseia criada pela Itália sobre Cristóvão Colombo, parece uma aventura mitológica e ilusória,  aceite pela História Universal como verdadeira:

De origem plebeia, curtidor de peles e mais tarde marinheiro mercante,  aos 25 anos de idade, graças um naufrágio e um destemido espírito de sobrevivência em águas frias e turbulentas da costa Vicentina Portuguesa, esquece as suas origens e a lingua materna, excepto o nome "Colombo", tranforma-se num herói ligando-se à fidalguia portuguesa e  espanhola por laços de casamento,  torna-se num homem culto  e alcança o Cargo de Almirantado e por pouco o de Vice-Rei da India.

Eis em resumo a hisória contada sobre o possível Colombo, Genovês.

  • Nasce em Génova na Itália (não há registo)
    de uma família plebeia dedicada à pastorícia e ao cortume de peles.
  • Aos 25 anos alista-se como marinheiro nos navios Genoveses que navegam pelo Mediterrâneo.
  • Numa dessas viagens o barco onde navegava é atacado por um navio de corsários franceses
  • Naufraga e nada 12 Km em águas frias e agitadas até à Costa Vicentina Portuguesa, onde é acolhido (não há registo)
  • Perde a memória e esquece a sua origem, naturalidade e língua materna. (Apenas o nome permaneceu na memória?)
  • Passa a residir desde então em Portugal, repartindo-se entre Lisboa e o Arquipélago da Madeira.
  • Casa-se com a filha do governador-donatário e descobridor da Ilha de Porto Santo, de quem tem o primeiro filho a quem dá o nome Diogo Colon.
  • Aprende, em pouco tempo, Matemática, Latim, Grego, Astronomia etc.
  • Toma parte em expedições navais portuguesas, incluindo as rotas secretas que Portugal mantinha até à Guiné, embora fossem proibidos estrangeiros nessas viagens, por ordens de D. João II. (excepção para o Italiano? desobdiência ao rei?)
  • Apresenta um projecto para descobrir o caminho marítimo até à India, recusado por Portugal.
  • Vai então para a Espanha, na tentativa de lhe financiarem o projecto.
  • Fica viuvo da esposa portuguesa D. Filipa Perestrelo e casa-se com uma fidalga castelhana, D. Beatriz de quem tem o segundo filho a quem dá o nome de Fernando Colon. 
  • Com influências desse casamento consegue, ao fim de 7 anos, que a Rainha de Castela lhe  financie o projecto.(1492)
  • Engana-se na rota... ou desconhecendo os ventos alísios, as caravelas são arrastadas para ocidente... ou tivesse cumprido a missão de desviar a Espanha na espionagem à rota portuguesa para a India... seja o que tenha acontecido ou que a Hisória queira contar, as suas caravelas foram  ter ás Ilhas das  Caraíbas.
  • Apelidou os povos que encontrou como de Indios (da sua India).
  • Baptizou as Ilhas onde acostou como Salvador, Fernandina, Isabela, Cuba e outros nomes de origem portuguesa.
  • Recolheu umas plantas e uns indigenas e  no regresso veio pelos Açores e de seguida atracou em Lisboa onde permaneceu 12 dias em negociações com El-Rei D. João II e sua corte.
  • Daí voltou para Espanha onde  alegou ter apanhado um forte temporal pelo que o forçou a atracar em Lisboa.
  • A sua descoberta leva a Espanha romper o tratado de Alcácovas-Toledo* com Portugal por aqueles territórios avistados  pertencerem por direito, segundo o tratado, a Portugal, originando um conflito entre os dois Países que é resolvido com um novo tratado das Tordesilhas*.

 Depois desta Odisseia de Colombo, à italiana, foi gerado um herói Genovês, "simbolo universal da era dos descobrimentos", cuja sua aventura  realizou-se mais de 60 anos depois de outros navegadores terem desbravado e dado a conhecer a extenção, os ventos e as odisseias no vasto oceano Atlântico e levado depois os europeus aos outros oceanos.

Os Homens fazem da História Universal o mito das suas conveniências e neste caso não seria do interesse geopolítico e de orgulho nacional das potências da época, Inglaterra e Espanha, salientarem o feito e a ousadia de um pequeno País como Portugal de lhes ter tomado a dianteira e oferecido de bandeja as rotas para que eles dominassem, na época, o mundo.

 

*Tratado de Alcáçova-Toledo:(1480)  Portugal cedeu à Espanha Ceuta e o Arquipélago das Canárias e a Espanha reconhecia para Portugal todas as terras a serem descobertas a Sul das Canárias.

*Tratado das Tordesilhas: (1494) ficariam para Portugal todas as terras a serem descobertas  a oeste do meridiano estabelecido a 370 léguas  das ilhas portuguesas de Cabo Verde (aproximadamente a 46º 37’ a oeste do meridiano de Greenwich) que compreendiam a Terra Nova, a Norte e Terra de Vera Cruz(hoje Brasil), a Sul  e para Espanha todas as terras a este desse meridiano

Veja toda a Hisória dessa Época em: Image Hosted by ImageShack.us

 

Artur Lima Moura
11/11/07


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 20:00
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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2007

O PERIGO AMARELO

O Ocidente dominou o planeta ,estratégica e económicamente, do sec. XV ao XX.

Nos próximos séculos será o oriente a dominar.

 

Há cerca de meio século ouvi falar do perigo amarelo.

O mundo dá muitas voltas e o tal perigo amarelo está aí!
Japão e Coreia iniciaram. A China despertou...
o oriente avança em larga escala para influenciar e dominar o mundo.
 
Recuemos um pouquinho na História para chegar ao perigo amarelo:
Por volta dos séculos X  / XIV era o mundo árabe que dominava a evolução humana através do desenvolvimento das matemáticas, conhecimentos da Astrologia, perfeição das arquitecturas, domínio de rotas terrestres do comércio,  influência colonial em África até Guiné e Moçambique, apresentação corporal e higiénica com seus banhos turcos e vestuário em seda. As princesas Mouras eram invejadas pela sua beleza e aspecto fino e delicado; Os seus castelos e moradias eram sumptuosos; as suas técnicas e práticas agrícolas eram avançadas …
Os seus domínios chegaram ao Sul e Centro da Ibéria e faziam frente à restante Europa.
Um pequeno condado ibérico, do norte, pertencente ao reino Leones,  expande o seu território expulsando os Mouros (árabes) a Sul. A pouco e pouco ganha-lhes território até ao Algarve formando, o que ainda é hoje, Portugal. Seus vizinhos, Castela, Aragão tentando o mesmo, unem-se e 350 anos depois conseguem finalmente expulsar os Mouros (árabes) do seu último reduto, Granada, formando a Espanha.
No século XV, aproveitando e desenvolvendo os conhecimentos árabes, os portugueses aperfeiçoam as caravelas e equipamentos náuticos, lançam-se pelos oceanos, estudam ventos e marés e descobrem as rotas marítimas para o resto do mundo desconhecido, iniciando a globalização.
A Europa desenvolve-se a partir dessa era dos descobrimentos portugueses, formando-se potências coloniais: Inglaterra, Espanha, Portugal, França e Holanda que passam a dominar o mundo, estendem a sua influência civilizacional, originando países de cultura europeia.
Volvidos 5 séculos emerge da auto clausura a enorme China com os seus mais de um bilião de habitantes.
Empresas multinacionais do “mundo” dominante euro-americano vêm na abertura da China o néctar para o enriquecimento face a uma mão-de-obra barata.
O Gigante Chinês aceita com agrado a chegada dos glutões ocidentais. Enquanto estes glutões se enchem de dinheiro levam a tecnologia e os conhecimentos para a China e criam o desemprego nos seus próprios países.
Aproveitando a ganância e fraco espírito patriota dos capitalistas ocidentais e valendo-se da sua mão de obra barata e reprimida, a China passa a fabricar tudo que o ocidente consome e, exportando a baixo preço vai destruindo a economia familiar dos países do ocidente. Comerciantes chineses proliferam pelas cidades ocidentais; tecnologia chinesa multiplica-se nos países subdesenvolvidos.
Não tardará um século que o domínio do mundo estará nas mãos dos Chineses.

Pena não me lembrar quem escreveu e o que escreveu há muitos anos sobre o perigo amarelo, talvez já tenha morrido, mas deveria ser recordado e homenageado por ter visionado com inteligência a estupidez da ganância das multinacionais ocidentais que destruiriam a economia dos seus próprios países.
 
Artur Lima Moura
12/11/2007

escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 12:15
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O Direito dos Animais

  • Matar animais por desporto, prazer, aventura e pelas suas peles é cruel e repugnante.
  • Maltratar e abandonar um animal é cruel e degradante.

A Declaração Universal dos Direitos do Animal, aprovada em 1978 pela UNESCO e pela ONU, considera que todo o animal possui direitos e que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante...

 

O Homem, enquanto espécie animal, consciente e inteligente, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou de os explorar e maltratar..

 

O abandono de um animal é também um acto cruel e degradante.

  • Usamo-lo para nosso prazer retirando-lhe o instinto de sobrevivência ao adapta-lo ao nosso meio ambiente e quando nos fartamos dele ou se torna um empecilho , simplesmente o abandonamos. Que crueldade estúpida de um ser humano.

O artigo 11º da DUDA consagra que: "Todo o acto que implique a morte de um animal, sem necessidade, é um biocídio , ou seja um crime contra a vida"

 

Em Portugal existe legislação que protege os direitos dos animais:

Decreto lei nº 92/95 de 12 de Setembro, revisto pelo  Decreto Lei nº 276/2001 de 17 de Outubro e da Lei 19/2002 de 21 de Julho:

  • Proibe todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais, os actos conscientes sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento e graves lesões a um animal, quer sejam propriedade de alguém responsável quer sejam animais errantes ou abandonados.
  • Os animais doentes e feridos devem ser socorridos.

A lei salvaguarda apenas os casos comprovados de legítima defesa contra o animal.

 

A violência contra um animal constitui um ilícito contra-ordenação, punível com coimas cujos valores podem variar entre € 500,00 e  € 3.740,00 podendo agravar até aos € 44.890,00 se o autor dos actos for pessoa colectiva.

 

Aviso:

  • Sempre que conhecer ou testemunhar alguma situação violadorados direito dos animais, denuncie  à PSP ou GNR ou ainda à Polícia Municipal.
  • Fique com uma prova documental que confirme a sua participação

extraído do "Consultório Jurídico"  Dra Helena Alão Soares  -  www.correiodooeste.pt

 

Artur Lima Moura

8/11/2007


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 12:15
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MENTIR, todos nós mentimos

Toda gente  mente. Mesmo que diga que não, você também mente:

  • Não faz falsos elogios?
  • Não dá desculpas esfarrapadas?
  • Não diz a seu filho para dizer a quem bate à porta que não está em casa?
  • Não dá falsa desculpa por ter chegado atrasado?

A mentira surge pelas mais variadas razões e nem sempre estamos conscientes de que estamos a mentir:

  • receio de que a verdade traga consequências negativas;
  • insegurança
  • baixa auto-estima
  • pressão ou coação
  • ficar isento de culpas
  • vantagens de ganhos e regalias
  • fazer passar uma imagem diferente de que se tem
  • razões patológicas

Face à frequência com que a mentira é utilizada, existe uma certa tendência para banalizar a mentira como positiva de forma a facilitar a integração e relação social.

 

Porém, durante toda a História da Humanidade, algumas mentiras, especialmente em forma de calúnias, causaram muitas intrigas que levaram  ao sofrimento e fizeram derramar muitas lágrimas e sangue.

 

Por mais inocente que seja, a mentira nunca é bem aceite.

Dizem as estatísticas que em média mentimos 200 vezes por dia.

 

Há quem minta, sem ter a preocupação de ser ou não descoberto. Estes, têm a convicção, de que é mais fácil fazer,  com que se acredite numa grande mentira dita muitas vezes, do que numa pequena verdade dita apenas uma vez.

 

(extraído de "Coisas da vida" de Luisa Pires - www.correiodooeste.pt)

 

Artur Lima Moura

8/11/2007


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 12:15
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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007

*

Porquê escolhi o título "Moscardo"?

Para acordar as mentes adormecidas...
Para libertar das amarras que as condicionam...

Para denunciar os hipócritas que as enganam...

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escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 23:58
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Terça-feira, 4 de Julho de 2006

Pátria, futebol e mentiras

Portugal é culpado de ser "Um País Pequeno", não na sua área geográfica mas na sua mentalidade. Patrões e gestores só pensam em ganhar dinheiro menosprezando todo um povo, que com salários abaixo da média europeia tenta resistir ainda com algum orgulho pátrio .

Os grandes Países ocidentais, em área e população, sempre tentaram menosprezar os Países mais pequenos. Basta ler a História Universal ou ver os programas Odisseia, Discovery e Canal História etc.

Os feitos e a epopeia dos Portugueses é falada ao de leve como se não tivesse muita importância.  Apenas Colombo, de quem desconhecem a naturalidade e nacionalidade serve de  ponto de referência para os descobrimentos.

O nosso Ministério da Cultura financia teatros de revista e cinema de pouca audiência. Porque não fazer como os ingleses e americanos que exportam para todo mundo filmes e programas a valorizarem os seus feitos e engrandecerem a sua História. 

O que aparece mais nas nossas salas de cinema e na nossa televisão senão filmes e comentários históricos e contemporâneos sobre a História e propaganda inglesa e americana.

Infelizmente só nos resta o futebol e alguns atletas  para elevarmos bem alto a bandeira e o nome de Portugal.

Os nossos historiadores, os nossos produtores cinematográficos e a nossa comunicação social deveriam promover programas e filmes prestigiantes da nossa História e da nossa cultura.

Mas... não façam como a nossa escritora Agustina Bessa Luís que no seu livro polémico sobre a história de Portugal, arranjou um Afonso Henriques aleijado que nem aguentava uma espada e muito menos conseguia andar a cavalo.

Arth-wr Limma

 


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 11:54
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Sexta-feira, 9 de Junho de 2006

"JARDIM DE DEUS": Dominantes e Submissos

Cristo bem avisou: "Eu não vim trazer a paz"

Em todos os ecos sistemas animais predominam os líderes sobre os submissos numa relação natural, excepto o humano que, evoluindo tecnicamente e intelectualmente, alterou os padrões naturais tornando-se num animal egocêntrico, egoísta, hipócrita e maléfico.

A sociedade humana vai mais longe: os lideres  impõem a socialização pela força, repressão, tortura e morte.

 

Em todas as sociedades, países e grandes metrópoles do mundo vive-se um grande contraste humanitário:

Enquanto uns vivem em luxuosas mansões e condomínios fechados; deslocam-se em limusinas, carros topo de gama e helicópteros particulares; baqueiam-se em restaurantes de 5 estrelas e frequentam casinos de divertimento e jogos de fortunas, outros ali ao lado vivem na marginalidade, em guetos, prédios degradados, bairros de lata e buscam em contentores e lixeiras alguns meios de subsistência ou procuram em assaltos e pilhagens alguns bens mais desejados.  

Os grupos dominantes, organizam-se em governantes, empresários, monopolistas, gestores, políticos, chefes religiosos.

Reúnem-se em congressos e assembleias e discutem entre si os destinos dos submissos.

Asseguram o poder apoiados numa média burguesa de funcionários, magistrados, polícias e militares, organizados por hierarquia, facilmente manobráveis para manterem alguns privilégios.

Os dominantes  menos escrupulosos acham que seria monótono e fastidiosa uma convivência em igualdade.  

Seduzem os mais submissos com ideais de patriotismos e  respeito a Deus, Pátria e Família.  Criam regras religiosas de respeito aos superiores bem como uma educação escolar de mentalização às sua conveniências.

 Reforçam o policiamento para controlar a sua segurança e  bens e os exércitos para manterem os seus ideais.

 

A espécie humana forma sem dúvida o ecosistema mais injusto do Planeta.

E não venham com a treta  de que vamos para o Céu ou para o Inferno conforme as nossas atitudes. Por causa destas ideias religiosas é que uns são cada vez mais ricos e outros cada vez mais pobres; uns cada vez mais dominantes e outros cada vez mais submissos. 

Arth-wr Limma


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 11:56
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Terça-feira, 18 de Abril de 2006

homo solidário, gerações do futuro?

Conflitualidade ou solidariedade?

Não são só os humanos que são conflituosos, em todas as espécies existem disputas e lutas violentas pelas mais diversas causas.

Nós humanos já fomos inocentes nas conflitualidades quando agíamos instintivamente, no entanto desenvolvemos a nossa inteligência e a nossa compreensão de tal forma que hoje somos responsáveis pelas nossas acções.

Temos que corrigir ainda muitas características de animalidade que possuímos. O desenvolvimento da inteligência nem sempre nos tem levado à perfeição. Falta limarmos algumas arestas como: 

Hipocrisia: Já no tempo de Cristo Ele alertava contra os hipócritas:  chefes religiosos que ensinavam o bem e praticavam o mal;  ricos que viviam da exploração e praticavam a caridade;  autoridades que faziam leis justas e aplicavam a injustiça.

Caridade e Piedade:  Se houvesse respeito e solidariedade humana e se todos tivéssemos os mesmos direitos, sem muito ricos nem muito pobres,  não existiria a caridade nem piedade. A caridade e piedade existem porque o ser humano explora o seu semelhante e quando se sente superior  tem um gesto de boa vontade, dando uma esmola, perdoando uma falta, financiando instituições para as praticarem. A caridade e piedade são formas hipócritas de dividir para reinar.

Religião: Se acreditam na existência de Deus e se dizem que Deus é Pai então porque tanto ódio, exploração e conflitos entre irmãos?

 O fanatismo religioso e a superioridade pelas convicções religiosas, aumentam o ódio e geram conflitualidade.

Política :  Não tem passado de  jogos de interesses. Dentro de cada Estado tem servido para dividir as pessoas em classes sociais permitindo uma má distribuição dos bens. A nível internacional para se sobressaírem como potências e concorrerem pela supremacia.

  

O mundo ficará melhor quando  formos solidários uns com os outros  

 A Solidariedade não pode ser uma imposição política, religiosa, sindical, organizativa.

Solidariedade é um sentir, uma forma de pensar e agir.

Solidariedade não tem barreiras nem fronteiras.

Solidariedade não tem raças nem ameaças

Solidariedade não tem cor nem odor

Solidariedade não tem ódio mas sim amor

 

Não é difícil sermos solidarios.

 

Arth-wr Limma

18/04/2006


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 19:21
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Sexta-feira, 14 de Abril de 2006

Um DEUS para todos os Gostos...

Deus para todos os gostos
 
*Deus para o Papa e sua Igreja* 
"Obrigado meu Deus pela missão grandiosa de Te representarmos na Terra"
 
*Deus para os Governantes e Políticos* 
"Obrigado meu Deus pelo poder que nos deste para governarmos e dominarmos a Terra"
 
*Deus para os Generais e seus Exércitos*
"Obrigado meu Deus pelo poder que nos deste para eliminar os nossos inimigos e infiéis.
Que belo fica o teu céu à noite com o despejar das nossas bombas"
 
*Deus para Altos Empresários e Grupos Financeiros*
"Obrigado meu Deus por nos  teres escolhido para explorarmos e gerirmos as riquezas da Terra"
 
*Deus para os Ricos* 
"Obrigado meu Deus por teres permitido que nada falte a este teu fiel servo merecedor dos melhores privilégios"
 
*Deus para os Remediados e Pobres* 
"Obrigado meu Deus por não nos faltares com o pão que nos alimenta, louvado sejais Senhor. Dai-nos a vossa benção"
 
*Deus para os Famintos* 
"Obrigado meus Deus pela miséria e fome que nos alimenta a fé. Desculpa meu Deus eu estar tão fraco e sem forças e energia para te louvar pois mal consigo enterrar meu filhinho que sucumbiu à fome"
 
Arth-wr Limma
14-04-05

 Pode copiar este post e colocar no seu blog

a favor da:

    Amizade

     Respeito

  Fraternidade

 Solidariedade 

 


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 14:43
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Quarta-feira, 12 de Abril de 2006

PORTUGAL do contraste ao atraso

 Em pleno período revolucionário, um primeiro-ministro português (Pinheiro Azevedo) disse:
O povo é sereno, o povo é sereno, e o povo serenou...
Passaram-se 30 anos:
  • Os ricos cada vez mais ricos aumentando a diferença entre ricos e pobres
  • Os quadros superiores tornaram-se dos mais bem pagos da Europa
  • Os gestores públicos e políticos com vencimentos, regalias e reformas milionárias
  • Bancos, seguradoras, electricidade, etc.  apresentam lucros fabulosos
  • Empresas Públicas engordam milionáriamente seus gestores
  • Os trabalhadores tornaram-se nos mais mal pagos da Europa
Para resolver as crises: sobe-se os impostos, despede-se trabalhadores aumenta-se a idade da reforma, corta-se nos benefícios da saúde, limita-se o aumento dos salários, aumenta-se os combustíveis, a electricidade, a água, o pão e bens de consumo
 
Portugal, relativamente aos seus parceiros europeus é um país de:
  • gestão bem paga
  • mão-de-obra mal paga
  • o menos produtivo,
  • o menos desenvolvido,
  • o mais atrasado dos seus parceiros europeus.
 
Será uma característica da política e da economia portuguesa?
Já Salazar empobreceu o povo e atrasou o País ao permitir que os ricos monopolizassem a economia e consequentemente a mão-de-obra emigrasse à procura de melhores salários. 
Mais de 40 anos depois continou-se a aplicar mesma política e o mesmo modelo da má distribuição da riqueza nacional, com poucos a terem muito e muitos a terem pouco.
  •  A auto estima dos portugueses está no limiar do possível
O governo actual, do socialista José Sócrates, entrou com vontade de inverter a situação.
Para moralizar começou por anunciar alguns cortes nas altas regalias, mas os cortes foram tão modestos comparados com os sacrifícios que pede e impõe ao povo.
Tal como os anteriores governos, a crise é resolvida pelo lado mais fraco. 
Até quando continuaremos a ser muito atrasados mas serenos?
 
Arth-wr Limma
12/04/2006

 


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 00:06
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Terça-feira, 4 de Abril de 2006

POVO LUSITANO - ORGULHO DA NAÇÂO PORTUGUESA

Poema

POVO LUSITANO        

 Povo Lusitano é um dos antigos povos que habitavam a Península Hibérica onde se situa Portugal.

Tratava-se de um povo destemido e audaz que se impunha aos invasores.

Os Prortugueses, quer pela sua descendência, quer pelo seu orgulho, sempre mantiveram o espírito lusitano

 

 

Óh! destemido povo LUSITANO
Que te impuseste aos romanos
Resististe aos castelhanos
Expulsaste os árabes
Venceste batalhas aos espanhóis
Uniste um território
A que deste o nome de PORTUGAL

Aventuraste-te em caravelas
Por oceanos longínquos
Venceste ventos e marés
Encontraste povos desconhecidos
Deste a conhecer a estas gentes
Que os povos devem ser unidos

Tua história tem sido abafada
Por outros países que te seguiram
Apagando teus navegadores
E colocando o acaso de Colombo
Como o grande descobridor

Quem não é ignorante
Não se deixará iludir
Por propaganda tão ultrajante
Que lhes querem incutir
Camões deixou bem escrito
A epopeia do teu povo
Quem quiser toda a verdade
Deve-o tornar a ler de novo

Prometemos-te povo LUSO
Restituir o mérito e a vitória
E contar a verdade ao mundo
Contra os que te quiseram fazer mal
Recordando a tua História
Em nome de Portugal

escrito e publicado por:

Arth-wr Limma                                                    21/09/2005

 


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 15:49
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A MISÉRIA DOS RICOS

 MISÉRIA dos RICOS

 

Vândalos deste templo divino

Com a vossa ambição

Traçais um triste destino

Ao vosso próprio irmão

 

Viveis afortunadamente

Como donos da matéria

Achai-vos uns valentes

Vendo os outros na miséria

 

Não passais de uns hipócritas

Tementes ao Criador

E usais de retóricas

Como se Lhe fizésseis um favor

 

Vis, avarentos, ruins

Viveis do luxo e do prazer

Mas ides ter o mesmo fim

Que os vermes que vos irão comer            

 

Arth-wr Limma

 13/11/2005

 

 

    Amizade

     Respeito

  Fraternidade

 Solidariedade 

 


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 15:44
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Neste mundo de todos, poucos têm muito e muitos não têm nada

Copie esta imagem e faça ela correr o mundo, enviando aos seus amigos e conhecidos

QUEM PAGA?

 

Sua luxuosa mansão   

Seu carro topo de gama  

Seus lucros fabulosos 

Seu ordenado chorudo 

Sua reforma milionária 

Seu iate, o seu hely 

Suas viagens de cruzeiro  

Suas férias paradisíacas  

Seus casacos de pele  

Seu colar de diamante  

Seu relógio de ouro 

Os prazeres de seus  filhos  

Sua mesa farta  

Seus apetites caprichosos  

Seus desejos requintados  

 

 Arth-wr Limma   30/03/2006

FOME

MISÉRIA

EXPLORAÇÂO

POBREZA

    Amizade

     Respeito

  Fraternidade

 Solidariedade 

 

 


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 15:39
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Quinta-feira, 16 de Março de 2006

SOMOS TODOS ACORRENTADOS


 

 

 


escrito e publicado por: Arth-wr Limma às 00:19
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