"obrigado pela sua visita"
Herança dos Romanos, a Itália tornou-se fértil na imaginação de grandes feitos e epopeias.
Os Romanos, influenciados pela cultura grega, não fizeram mais que "copiar em grande" as ideias, as políticas, as artes do seu vizinho grego.
A partir daí glorificam-se fazendo tudo maior que na Grécia: estátuas e monumentos gigantes; uma república imperial; um exército invencível; a expanção dessa cultura formando um grande império, transmitindo ao mundo ocidental os seus usos e costumes mas transmitindo uma cultura de origem grega.
Com a queda do Império mantém-se no orgulho italiano a grandeza do seu povo. Tentam manter e não perder a sua influência no seio da Europa, quer com a presença do representante máximo da Igreja Cristã, influente e dominadora dos reinos da Europa, quer elevando a heróis alguns dos aventureiros que fizeram nome, como os de Marco Polo e de Cristóvão Colombo.
Marco Polo, um veneziano, cujo nome é referência do mundo das viagens e "descobertas" de outros povos e de novas civilizações no Oriente. Afinal ele não fez mais que seguir as rotas comerciais, há muito percorridas por outros aventureiros, nómadas e comerciantes de muitas nacionalidades, que traziam notícias do Oriente, Mongólia, China, dos palácios em mármore e das sua vidas na corte, das suas vestes, da utilização do papel moeda, da influência dos astrólogos tibetanos e do budismo.. etc. Nada podia pois, ser estranho a Marco Polo. Ele apenas nas suas viagens tenta constatar essa realidade descrevendo como sua descoberta. Mas, o mais grave da questão, é que se ponha hoje em causa a estadia de 17 anos de Marco Polo na sede do império por não haverem registos nem memórias nas cortes chinesas.
Resta apenas um famoso livro da aventura do italiano de Veneza, que na sua viagem pelo oriente descobre civilizações abrindo a porta do Oriente à Europa do Século XIII.
Cristóvão Colombo, também hoje é posta em causa o "italiano de Génova".
Sem que tenham feito algo durante a era dos descobrimentos marítimos, a Itália valeu-se de um nome, Cristóvão Colombo, cuja naturalidade e nacionalidade ele manteve propositadamente oculto. Valeram-se de um nome de origem latina que tal como era escrito na época, tanto poderia corresponder a Italiano, Espanhol ou Português, esqueceram-se contude que ele usava o til no o, apenas usado na lingua portuguesa.
A Itália criou uma aurea mitológica e de bravura sobre o "seu" Colombo, de Génova, levando-o a ser aceite na História Universal como o pioneiro (?), o maior, o mais conhecido e falado Navegador da Era dos Descobrimentos.
Ora Cristóvão Colombo faz a sua viagem pelo Oceano Atlântico, 60 anos depois dos primeiros navegadores se terem aventurado pelo oceano estudando a dimensão, os ventos, as marés e as rotas. Como considerar Colombo o pioneiro?...
Hoje está a ser posta em causa as provas italianas sobre Colombo, "genovês", quer porque não foram encontrados registos do seu nascimento, nem provas concludentes de ele ter alguma vez vivido em Itália. Ele nunca falou nem escreveu na lingua italiana e a sua assinatura, nos seus documentos e nas bulas papais, não corresponderem à origem italiana, especialmente porque ele acentuava a letra o com um til.
Relativamente à sua origem humilde e plebeia, de uma família de pastores e curtidores de lãs, de que os Italianos fazem referência, é de todo descabida porque com os conhecimentos linguísticos que possuía Latim e Grego, os seus conhecimentos matemáticos, nauticos etc., só poderiam ter ser adquiridos desde muito novo no seio de uma família abastada ou da nobreza, como acontecia na sua época (séculos XIV/XV).
Os seus casamentos, quer com a fidalga portuguesa, D. Filipa Perestrello, filha do donatário de Porto Santo e depois de viuvo com a fidalga da nobreza espanhola, D. Beatriz, que influenciou a Rainha de Castela, patrocina-lhe as viagens, demonstram que ele não podia fazer parte de uma qualquer família humilde, plebeia. (na época não era permitido tais casamentos)
A única ligação, que se tem conhecimento, de Colombo com a Itália foi a correspondência que manteve em Latim com um amigo italiano, nunca fazendo qualquer referência à sua terra natal nem familiar.
O mundo ocidental deve muito à Itália pela expansão da cultura grego-romana que influenciou e civilizou o ocidente. Não deve contudo aceitar mitos que fazem deturpar os verdadeiros acontecimentos da História.
Artur Moura,
um admirador da Itália, dos seus feitos, da sua grandeza, das suas paisagens e monumentos e das suas gentes alegres e hospitaleiras
22/11/2007
Portugal e Galiza, um mesmo povo com uma língua comum
O idioma galaico-português foi língua falada durante a idade média nas regiões de Portugal e da Galiza, de que o português e o galego modernos descendem.
O galaico-português, comum à Galiza e a Portugal, teve 700 anos de existência oficial e plena.
A língua considera-se formada no século XII, principalmente como desenvolvimento do latim vulgar falado pelos conquistadores romanos a partir do século II d.C.
Os galegos da Galiza e os galegos do norte de Portugal faziam parte da província romana da Galécia ou Gallæcia
Com a invasão da Península Ibérica pelos Suevos e Visigodos, Galiza e Portugal continuaram a formar uma única unidade política no reino Suevo da Galécia antes de ser dividido pelos visigodos nos condados de Gallizia e Portugallia.
Com o dominio Castelhano sobre a Galiza e a especialmente após a opressão Castelhana sobre os Galegos nos fins do séc. XIV e princípios do séc. XV, levou quase ao desaparecimento público, oficial, literário e religioso do galaico-português até finais do séc. XIX.
Por seu lado, durante o mesmo período o galaico-português, em Portugal, gozou de protecção e desenvolvimento livre, passando a denominar-se de apenas língua portuguesa, graças ao facto de Portugal ter sido o único território peninsular que ficou fora do domínio linguístico do castelhano.
Em pleno século XX é o ditador-fascista, Franco, que reprime os Galegos obrigando-os a ensinarem nas escolas e falarem em actos oficiais apenas o castelhano (espanhol)
Apesar de toda as opressões e tentativas de assimilação dos galegos à Espanha, a forma oral do idioma na Galiza continua a ser muito semelhante aos dialectos portugueses falados no norte de Portugal e só apenas uma parte da ortografia tenha passado a ser grafado à maneira espanhola.
Se o orgulho Galego se generalizar e mantiverem viva a sua língua materna galaico-portuguesa adaptando-a a morfologia moderna com os acordos ortográficos dos Países Lusófonos, brevemente poderão fazer parte da comunidade dos mais de 250 milhões de falantes da língua original (galaico-portuguesa).
Se fizermos comparações do Português padrão com "dialectos do português" nos Arquipélagos dos Açores e Madeira e em países de expressão portuguesa ainda encontraríamos maiores diferenças que com o galaico-português. Vejamos por exemplo o Pai Nosso, para compararmos as poucas diferenças entre o galaico-português e e o português padrão:
Pai-nosso que estais no Céu, santificado seja o Vosso nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Nosso Pai que estás no Céu: santificado seja o Teu nome, venha a nós o Teu reino e seja feita a Tua vontade aqui na terra como nos Céus. O nosso pam de cada dia dá-no-lo hoje; e perdoa-nos as nossas ofensas como também perdoamos nós a quem nos tem ofendido; e nom nos deixes cair na tentaçom, mas livra-nos do mal.
Noso Pai que estás no ceo: santificado sexa o teu nome, veña a nós o teu reino e fágase a túa vontade aquí na terra coma no ceo. O noso pan de cada día dánolo hoxe; e perdóanos as nosas ofensas como tamén perdoamos nós a quen nos ten ofendido; e non nos deixes caer na tentación, mais líbranos do mal.
Padre nuestro que estás en los cielos, santificado sea tu Nombre, venga a nosotros tu reino y hágase tu voluntad en la tierra como en el cielo. Danos hoy nuestro pan de cada día y perdona nuestras ofensas como también nosotros perdonamos a los que nos ofenden; no nos dejes caer en tentación, y líbranos del mal.
A História contada sobre Colombo não passa de uma Odisseia mitológica
Assim como a Odisseia mitológica de Ulisses foi um sucesso literário ao longo dos tempos, apesar das pessoas saberem que aquelas aventuras são ilusórias,
também a odisseia criada pela Itália sobre Cristóvão Colombo, parece uma aventura mitológica e ilusória, aceite pela História Universal como verdadeira:
De origem plebeia, curtidor de peles e mais tarde marinheiro mercante, aos 25 anos de idade, graças um naufrágio e um destemido espírito de sobrevivência em águas frias e turbulentas da costa Vicentina Portuguesa, esquece as suas origens e a lingua materna, excepto o nome "Colombo", tranforma-se num herói ligando-se à fidalguia portuguesa e espanhola por laços de casamento, torna-se num homem culto e alcança o Cargo de Almirantado e por pouco o de Vice-Rei da India.
Eis em resumo a hisória contada sobre o possível Colombo, Genovês.
Depois desta Odisseia de Colombo, à italiana, foi gerado um herói Genovês, "simbolo universal da era dos descobrimentos", cuja sua aventura realizou-se mais de 60 anos depois de outros navegadores terem desbravado e dado a conhecer a extenção, os ventos e as odisseias no vasto oceano Atlântico e levado depois os europeus aos outros oceanos.
Os Homens fazem da História Universal o mito das suas conveniências e neste caso não seria do interesse geopolítico e de orgulho nacional das potências da época, Inglaterra e Espanha, salientarem o feito e a ousadia de um pequeno País como Portugal de lhes ter tomado a dianteira e oferecido de bandeja as rotas para que eles dominassem, na época, o mundo.
*Tratado de Alcáçova-Toledo:(1480) Portugal cedeu à Espanha Ceuta e o Arquipélago das Canárias e a Espanha reconhecia para Portugal todas as terras a serem descobertas a Sul das Canárias.
*Tratado das Tordesilhas: (1494) ficariam para Portugal todas as terras a serem descobertas a oeste do meridiano estabelecido a 370 léguas das ilhas portuguesas de Cabo Verde (aproximadamente a 46º 37’ a oeste do meridiano de Greenwich) que compreendiam a Terra Nova, a Norte e Terra de Vera Cruz(hoje Brasil), a Sul e para Espanha todas as terras a este desse meridiano.
Veja toda a Hisória dessa Época em: 
Artur Lima Moura
11/11/07
O Ocidente dominou o planeta ,estratégica e económicamente, do sec. XV ao XX.
Nos próximos séculos será o oriente a dominar.
Há cerca de meio século ouvi falar do perigo amarelo.
A Declaração Universal dos Direitos do Animal, aprovada em 1978 pela UNESCO e pela ONU, considera que todo o animal possui direitos e que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante...
O Homem, enquanto espécie animal, consciente e inteligente, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais ou de os explorar e maltratar..
O abandono de um animal é também um acto cruel e degradante.
O artigo 11º da DUDA consagra que: "Todo o acto que implique a morte de um animal, sem necessidade, é um biocídio , ou seja um crime contra a vida"
Em Portugal existe legislação que protege os direitos dos animais:
Decreto lei nº 92/95 de 12 de Setembro, revisto pelo Decreto Lei nº 276/2001 de 17 de Outubro e da Lei 19/2002 de 21 de Julho:
A lei salvaguarda apenas os casos comprovados de legítima defesa contra o animal.
A violência contra um animal constitui um ilícito contra-ordenação, punível com coimas cujos valores podem variar entre € 500,00 e € 3.740,00 podendo agravar até aos € 44.890,00 se o autor dos actos for pessoa colectiva.
Aviso:
extraído do "Consultório Jurídico" Dra Helena Alão Soares - www.correiodooeste.pt
Artur Lima Moura
8/11/2007
Toda gente mente. Mesmo que diga que não, você também mente:
A mentira surge pelas mais variadas razões e nem sempre estamos conscientes de que estamos a mentir:
Face à frequência com que a mentira é utilizada, existe uma certa tendência para banalizar a mentira como positiva de forma a facilitar a integração e relação social.
Porém, durante toda a História da Humanidade, algumas mentiras, especialmente em forma de calúnias, causaram muitas intrigas que levaram ao sofrimento e fizeram derramar muitas lágrimas e sangue.
Por mais inocente que seja, a mentira nunca é bem aceite.
Dizem as estatísticas que em média mentimos 200 vezes por dia.
Há quem minta, sem ter a preocupação de ser ou não descoberto. Estes, têm a convicção, de que é mais fácil fazer, com que se acredite numa grande mentira dita muitas vezes, do que numa pequena verdade dita apenas uma vez.
(extraído de "Coisas da vida" de Luisa Pires - www.correiodooeste.pt)
Artur Lima Moura
8/11/2007
Porquê escolhi o título "Moscardo"?
Para acordar as mentes adormecidas...
Para libertar das amarras que as condicionam...
Para denunciar os hipócritas que as enganam...
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Portugal é culpado de ser "Um País Pequeno", não na sua área geográfica mas na sua mentalidade. Patrões e gestores só pensam em ganhar dinheiro menosprezando todo um povo, que com salários abaixo da média europeia tenta resistir ainda com algum orgulho pátrio . Os grandes Países ocidentais, em área e população, sempre tentaram menosprezar os Países mais pequenos. Basta ler a História Universal ou ver os programas Odisseia, Discovery e Canal História etc. Os feitos e a epopeia dos Portugueses é falada ao de leve como se não tivesse muita importância. Apenas Colombo, de quem desconhecem a naturalidade e nacionalidade serve de ponto de referência para os descobrimentos. O nosso Ministério da Cultura financia teatros de revista e cinema de pouca audiência. Porque não fazer como os ingleses e americanos que exportam para todo mundo filmes e programas a valorizarem os seus feitos e engrandecerem a sua História. O que aparece mais nas nossas salas de cinema e na nossa televisão senão filmes e comentários históricos e contemporâneos sobre a História e propaganda inglesa e americana. Infelizmente só nos resta o futebol e alguns atletas para elevarmos bem alto a bandeira e o nome de Portugal. Os nossos historiadores, os nossos produtores cinematográficos e a nossa comunicação social deveriam promover programas e filmes prestigiantes da nossa História e da nossa cultura. Mas... não façam como a nossa escritora Agustina Bessa Luís que no seu livro polémico sobre a história de Portugal, arranjou um Afonso Henriques aleijado que nem aguentava uma espada e muito menos conseguia andar a cavalo. Arth-wr Limma
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Cristo bem avisou: "Eu não vim trazer a paz"
Em todos os ecos sistemas animais predominam os líderes sobre os submissos numa relação natural, excepto o humano que, evoluindo tecnicamente e intelectualmente, alterou os padrões naturais tornando-se num animal egocêntrico, egoísta, hipócrita e maléfico. A sociedade humana vai mais longe: os lideres impõem a socialização pela força, repressão, tortura e morte.
Em todas as sociedades, países e grandes metrópoles do mundo vive-se um grande contraste humanitário:
Enquanto uns vivem em luxuosas mansões e condomínios fechados; deslocam-se em limusinas, carros topo de gama e helicópteros particulares; baqueiam-se em restaurantes de 5 estrelas e frequentam casinos de divertimento e jogos de fortunas, outros ali ao lado vivem na marginalidade, em guetos, prédios degradados, bairros de lata e buscam em contentores e lixeiras alguns meios de subsistência ou procuram em assaltos e pilhagens alguns bens mais desejados.
Os grupos dominantes, organizam-se em governantes, empresários, monopolistas, gestores, políticos, chefes religiosos. Reúnem-se em congressos e assembleias e discutem entre si os destinos dos submissos. Asseguram o poder apoiados numa média burguesa de funcionários, magistrados, polícias e militares, organizados por hierarquia, facilmente manobráveis para manterem alguns privilégios. Os dominantes menos escrupulosos acham que seria monótono e fastidiosa uma convivência Seduzem os mais submissos com ideais de patriotismos e respeito a Deus, Pátria e Família. Criam regras religiosas de respeito aos superiores bem como uma educação escolar de mentalização às sua conveniências. Reforçam o policiamento para controlar a sua segurança e bens e os exércitos para manterem os seus ideais.
A espécie humana forma sem dúvida o ecosistema mais injusto do Planeta.
E não venham com a treta de que vamos para o Céu ou para o Inferno conforme as nossas atitudes. Por causa destas ideias religiosas é que uns são cada vez mais ricos e outros cada vez mais pobres; uns cada vez mais dominantes e outros cada vez mais submissos. Arth-wr Limma |
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Conflitualidade ou solidariedade? Não são só os humanos que são conflituosos, em todas as espécies existem disputas e lutas violentas pelas mais diversas causas. Nós humanos já fomos inocentes nas conflitualidades quando agíamos instintivamente, no entanto desenvolvemos a nossa inteligência e a nossa compreensão de tal forma que hoje somos responsáveis pelas nossas acções. Temos que corrigir ainda muitas características de animalidade que possuímos. O desenvolvimento da inteligência nem sempre nos tem levado à perfeição. Falta limarmos algumas arestas como: Hipocrisia: Já no tempo de Cristo Ele alertava contra os hipócritas: chefes religiosos que ensinavam o bem e praticavam o mal; ricos que viviam da exploração e praticavam a caridade; autoridades que faziam leis justas e aplicavam a injustiça. Caridade e Piedade: Se houvesse respeito e solidariedade humana e se todos tivéssemos os mesmos direitos, sem muito ricos nem muito pobres, não existiria a caridade nem piedade. A caridade e piedade existem porque o ser humano explora o seu semelhante e quando se sente superior tem um gesto de boa vontade, dando uma esmola, perdoando uma falta, financiando instituições para as praticarem. A caridade e piedade são formas hipócritas de dividir para reinar. Religião: Se acreditam na existência de Deus e se dizem que Deus é Pai então porque tanto ódio, exploração e conflitos entre irmãos? O fanatismo religioso e a superioridade pelas convicções religiosas, aumentam o ódio e geram conflitualidade. Política : Não tem passado de jogos de interesses. Dentro de cada Estado tem servido para dividir as pessoas em classes sociais permitindo uma má distribuição dos bens. A nível internacional para se sobressaírem como potências e concorrerem pela supremacia.
O mundo ficará melhor quando formos solidários uns com os outros A Solidariedade não pode ser uma imposição política, religiosa, sindical, organizativa.
Solidariedade é um sentir, uma forma de pensar e agir. Solidariedade não tem barreiras nem fronteiras. Solidariedade não tem raças nem ameaças Solidariedade não tem cor nem odor Solidariedade não tem ódio mas sim amor Não é difícil sermos solidarios. Arth-wr Limma 18/04/2006 |
a favor da:
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| Em pleno período revolucionário, um primeiro-ministro português (Pinheiro Azevedo) disse:
O povo é sereno, o povo é sereno, e o povo serenou...
Passaram-se 30 anos:
Para resolver as crises: sobe-se os impostos, despede-se trabalhadores aumenta-se a idade da reforma, corta-se nos benefícios da saúde, limita-se o aumento dos salários, aumenta-se os combustíveis, a electricidade, a água, o pão e bens de consumo
Portugal, relativamente aos seus parceiros europeus é um país de:
Será uma característica da política e da economia portuguesa?
Já Salazar empobreceu o povo e atrasou o País ao permitir que os ricos monopolizassem a economia e consequentemente a mão-de-obra emigrasse à procura de melhores salários.
Mais de 40 anos depois continou-se a aplicar mesma política e o mesmo modelo da má distribuição da riqueza nacional, com poucos a terem muito e muitos a terem pouco.
O governo actual, do socialista José Sócrates, entrou com vontade de inverter a situação.
Para moralizar começou por anunciar alguns cortes nas altas regalias, mas os cortes foram tão modestos comparados com os sacrifícios que pede e impõe ao povo.
Tal como os anteriores governos, a crise é resolvida pelo lado mais fraco.
Até quando continuaremos a ser muito atrasados mas serenos?
Arth-wr Limma
12/04/2006
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Poema POVO LUSITANO Povo Lusitano é um dos antigos povos que habitavam a Península Hibérica onde se situa Portugal. Tratava-se de um povo destemido e audaz que se impunha aos invasores. Os Prortugueses, quer pela sua descendência, quer pelo seu orgulho, sempre mantiveram o espírito lusitano
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Óh! destemido povo LUSITANO Aventuraste-te em caravelas Tua história tem sido abafada Quem não é ignorante Prometemos-te povo LUSO |
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escrito e publicado por: |
Arth-wr Limma |
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MISÉRIA dos RICOS
Vândalos deste templo divino Com a vossa ambição Traçais um triste destino Ao vosso próprio irmão
Viveis afortunadamente Como donos da matéria Achai-vos uns valentes Vendo os outros na miséria
Não passais de uns hipócritas Tementes ao Criador E usais de retóricas Como se Lhe fizésseis um favor
Vis, avarentos, ruins Viveis do luxo e do prazer Mas ides ter o mesmo fim Que os vermes que vos irão comer
Arth-wr Limma 13/11/2005
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Amizade |
Respeito |
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Fraternidade |
Solidariedade |
Copie esta imagem e faça ela correr o mundo, enviando aos seus amigos e conhecidos
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QUEM PAGA?
Sua luxuosa mansão
Seu carro topo de gama
Seus lucros fabulosos
Seu ordenado chorudo
Sua reforma milionária
Seu iate, o seu hely
Suas viagens de cruzeiro
Suas férias paradisíacas
Seus casacos de pele
Seu colar de diamante
Seu relógio de ouro
Os prazeres de seus filhos
Sua mesa farta
Seus apetites caprichosos
Seus desejos requintados
Arth-wr Limma 30/03/2006 |
FOME |
MISÉRIA |
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EXPLORAÇÂO |
POBREZA |
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Amizade |
Respeito |
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Fraternidade |
Solidariedade |
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| Oposiciones Masters |
hora e temperatura (Lisboa)
. denuncia
. "declaração universal dos direitos dos a
. "denunvie maus tratos a animais"
. "mentir
. "odisseia de cristóvão colombo"
. "submissão humana até quando?"
. deus
. futebol- "patrea mentiras e futebol"
. galiza
. história
. itália
. mentiras
. orgulho
. pátria
. poema
. porquê?
. ITÁLIA o país dos grandes...
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. *
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